O Papa entra para os livros de História do Mundo


A imagem do Papa Francisco rezando solitário é a imagem mais forte da semana. Numa Praça de São Pedro, vazia, o “sextou” para ele foi solitário. Lá, que costuma estar lotada de fiéis, deu lugar ao silêncio.

Não este silêncio que estamos acostumados(as) a ouvir. O silêncio ecoado, foi a voz de um Líder de Verdade.

Francisco, no alto de sua humildade, implorou para o Deus que ele acredita. Tenhamos dias melhores. Lembrou que “é tempo de separar aquilo que é necessário daquilo que não é (…) Estamos todos no mesmo barco, todos”.

Se colocou em igualdade a todos humanos. E Ele é.

Diante do “Crucifixo Milagroso”, transferido para a Praça em um ato simbólico, o Líder Solitário mostra a razão dele estar lá.

Nos lembrou que “avançamos, destemidos, pensando que continuaríamos sempre saudáveis num mundo doente. Agora nós, sentindo-nos em mar agitado, imploramos-Te: ‘Acorda, Senhor!’”. E reforçou que vivemos “uma tempestade que desmascara nossa vulnerabilidade e deixa descobertas essas falsas e supérfluas seguranças”.

Concedeu o “Urbi et Orbi”. Em tradução livre “à Cidade de Roma e ao Mundo, a Todo o Universo”. A benção da Páscoa e Natal está entre nós.

Que Deus nos salve e nos proteja dos péssimos líderes.

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