9 lições profissionais que aprendi trabalhando em 15 anos no mercado financeiro

Sim, é isso mesmo. Eu tenho esta carinha de bebê, mas no último dia 24 de outubro, completei 15 anos de casa, no maior e mais importante banco deste país, o Banco do Brasil. Lembro como se fosse hoje o dia do chamado para assumir a vaga de escriturário em Leia mais…

Como ser uma pessoa autêntica em um mundo de gente fake?

Uma volta rápida pela internet e você vai encontrar uma quantidade absurda de pessoas e cursos, que prometem te ajudar a ser uma pessoa autêntica. De repente, todo mundo descobriu que ser autêntico dá likes. Te destaca da multidão. E todo mundo, da noite pro dia, quer ter autenticidade.

Mas como ter essa danada, quando o ambiente de trabalho ainda dita qual roupa vestir e a sociedade exige que tenhamos determinados comportamentos?

É sobre isso que meu artigo de hoje te convida a refletir.
Bora?

E se não fosse a pandemia, as coisas seriam diferentes?

Após quase 5 meses de isolamento social, é inegável que os efeitos da falta de convivência já comecem a aparecer em toda população.

Somado ao número crescente de casos e desemprego, temos uma crise política. É tensão por toda parte, exigindo de todos vigilância na saúde física e mental.

No artigo de hoje, compartilho um pouco sobre como me afetado por todo o contexto que nós, brasileiros estamos inseridos.

Espero que goste e caso queria contar sua experiência, vai ser muito legal criarmos essa corrente de compartilhar nossos sentimentos.

Ei, você de cor branca, esse artigo é para você! Que tal assumir o nosso racismo?

“Eu vejo mais indignação com a morte de um cachorro do que de um jovem preto”!

Essa é a face da branquitude que mais me indigno.

Temos uma seletividade do que vai nos comover.

E nesse caso, o cachorro tem mais valor.

Nós, pessoas de pele branca, precisamos nos assumir racistas.

Mais que isso, precisamos nos engajar na luta contra o racismo. E assumir nossos privilégios é o começo.

É sobre isso que meu artigo de hoje fala. Espero que goste!

Faça algo pela primeira vez e seja o que você quiser. Eu virei Escritor!

Este texto foi publicado na íntegra no LinkedIn.
No artigo de hoje, compartilho algumas crenças que me limitavam de publicar aqui na rede. A primeira é que mesmo escrevendo toda a vida inteira, não me achava escritor.
Hoje, além de me considerar escritor, sou blogueiro.
Era tudo coisa minha cabeça. E é justamente sobre isso que artigo de hoje fala. Sobre esses medos que todos nós, acadêmicos ou não, passamos até fazer alguma coisa pela primeira vez. Vamos nessa?